Sociólogo inverte abordagemde acidente de trânsito
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Nos EUA chega a 30% o número dos que sobrevivem a acidentes de trânsito com incapacitação grave. No Brasil, para cada vítima fatal, 13 pessoas sobrevivem. Em um acidente de carro ocorrido na Grã-Bretanha com quatro passageiros, o único que estava sem cinto ocasionou a morte dos outros três ao se chocar contra eles. Esses foram alguns dos dados apresentados pelo sociólogo Eduardo Biavati hoje (25/10) pela manhã em uma palestra para alunos de ensino médio da Escola Estadual Açorianos, em Viamão.
Biavati, que atuou como coordenador do Centro de Pesquisas em Prevenção e Educação da Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação entre 1993 e 2004, tem como foco principal sensibilizar o público para lesões incapacitantes ocasionadas por acidente: perda de movimentos, danos que podem atingir os sistemas urinário, digestivo, circulatório e respiratório. “Entre estar vivo e estar morto, existem muitas possibilidades”.
Ao longo da palestra, Biavati utilizou recursos como testemunhos gravados, peças publicitárias e filmes de simulações de acidentes, aproximando o trânsito de conteúdos de biologia, física, matemática e outras disciplinas. Com imagens impactantes, enfatizou a fragilidade do corpo humano. Ao encerrar a apresentação, lembrou que prevenir acidentes não é suficiente, é preciso eliminá-los. “Vivemos em sociedade, dependemos uns dos outros, essa construção precisa ser coletiva”.
O evento é uma iniciativa do Detran/RS e encerra sua programação para a Semana Nacional de Trânsito.
Biavati, que atuou como coordenador do Centro de Pesquisas em Prevenção e Educação da Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação entre 1993 e 2004, tem como foco principal sensibilizar o público para lesões incapacitantes ocasionadas por acidente: perda de movimentos, danos que podem atingir os sistemas urinário, digestivo, circulatório e respiratório. “Entre estar vivo e estar morto, existem muitas possibilidades”.
Ao longo da palestra, Biavati utilizou recursos como testemunhos gravados, peças publicitárias e filmes de simulações de acidentes, aproximando o trânsito de conteúdos de biologia, física, matemática e outras disciplinas. Com imagens impactantes, enfatizou a fragilidade do corpo humano. Ao encerrar a apresentação, lembrou que prevenir acidentes não é suficiente, é preciso eliminá-los. “Vivemos em sociedade, dependemos uns dos outros, essa construção precisa ser coletiva”.
O evento é uma iniciativa do Detran/RS e encerra sua programação para a Semana Nacional de Trânsito.