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Passo Fundo encerra série de audiências públicas sobre trânsito no RS

O evento, que coleta sugestões para o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans), aconteceu na Universidade de Passo Fundo (UPF)
O evento, que coleta sugestões para o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans), aconteceu na Universidade de Passo Fundo (UPF)

O Rio Grande do Sul concluiu nessa quinta-feira (05), a série de audiências públicas que buscaram responder qual trânsito queremos para o futuro no Estado. Passo Fundo foi a sexta região do RS a ser ouvida, depois de Santo Ângelo, Caxias do Sul, Porto Alegre, Pelotas e Santa Maria.  O evento, que coleta sugestões para o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans), aconteceu na Universidade de Passo Fundo (UPF) e reuniu um público de cerca de 800 pessoas, entre representantes de órgãos governamentais e sociedade civil.

Desde a primeira edição em abril, mais de 800 pessoas participaram presencialmente das audiências e cerca de 8 mil participaram virtualmente, preenchendo a pesquisa no hotsite criado para o Pnatrans no Estado.  O presidente do Conselho Estadual de Trânsito, Luiz Noé, avaliou a participação como positiva. “Cada região trouxe um público com um perfil diferente e as contribuições foram bem variadas”. As demandas agora serão compiladas e, em agosto, serão levadas ao Denatran compor o plano, conforme prevê a  lei federal 13.614/18.

Na abertura, o ex-deputado federal Beto Albuquerque falou sobre a inspiração para a lei de sua autoria, pensada inicialmente para balizar as ações do país na Década de Ação pela Segurança no Trânsito. “França e Espanha conseguiram reduzir em 60% os acidentes baseados em uma política, que a gente insere como ferramenta: a abordagem na fiscalização. Abordar o condutor reduz a sensação de impunidade e tem um forte componente educativo”.

Representada por Rodrigo Calegari, a Polícia Rodoviária Federal – que também realizou audiências públicas preparatórias para o Pnatrans em todo o País - ressaltou o estabelecimento de parcerias como a principal medida a ser reforçada.  “Os órgãos de Estado não conseguem sozinhos resolver o problema da acidentalidade. É fundamental uma integração entre as diversas esferas, assim como com a sociedade civil”.

Diagnóstico

Como de praxe, o DetranRS apresentou um diagnóstico da acidentalidade na região, que engloba Erechim, Carazinho e outros 127 municípios, além de Passo Fundo. A região concentrou, no período de 2010 a 2017, 14,6% dos acidentes fatais do RS. Embora a evolução da frota na região venha crescendo mais devagar, o número de acidentes, que vinha em queda desde 2014, voltou a crescer em 2017, totalizando 259 ocorrências no período (contra 234 em 2016).  As rodovias que concentraram o maior número de acidentes nos últimos sete anos foram a BR386, a RS324 e a BR285.

As noites e madrugadas foram os horários mais violentos.  Cerca de 76% dos acidentes de 2010 a 2017 ocorreram nesse turnos, contra 38% pela manhã. No mesmo período, o domingo à noite registrou 156 acidentes fatais, contra 68 nas segundas-feiras. Veja apresentação para mais dados.

Pnatrans

O Pnatrans é coordenado no Estado pelo CetranRS, com apoio de DetranRS, Comando Rodoviário da Brigada Militar, Polícia Rodoviária Federal, Frente Parlamentar em Defesa do Trânsito Seguro, Federação das Associações de Municípios do RS, Associação Gaúcha de Municípios, União dos Vereadores do RS, Fundação Thiago de Moraes Gonzaga e Instituto Zero Acidente. Nesta edição, a Audiência contou com o apoio da Prefeitura de Passo Fundo e da Universidade de Passo Fundo. Também estiveram representados nesta edição, Ministério Público, OAB, Rotary, Lions, SindiCFC e Centros de Formação de Condutores da região.

Veja abaixo todas as apresentações:

DetranRS – Acidentalidade 

DetranRS – Educação 

Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM) 

Fundação Thiago de Moraes Gonzaga

 

 

Presidente do CetranRS, Luiz Noé coordenou as seis audiências no Estado

 

Autor da lei que cria o Pnatrans, Beto Albuquerque trouxe exemplos da Espanha e França

 

O vice-prefeito de Passo Fundo, João Pedro Nunes, ressaltou as demandas da sociedade por mais educação para o trânsito, principalmente nas escolas

 

Pedro Danieli representou a Câmara de Vereadores de Passo Fundo

 

Major Gelson Luiz Guarda representou a direção-geral do DetranRS

 

Diza Gonzaga falou sobre o trabalho da Fundação Thiago de Moraes Gonzaga nesses mais de 20 anos de atuação

 

Rodrigo Calegari expôs do resultado das audiências da Polícia Rodoviária Federal

 

Presidente do Instituto Zero Acidente, Vilnei Sessim, falou sobre o trabalho da instituição

 

Maiquel Veloso, da Assessoria Técnica do DetranRS, apresentou o diagnóstico da acidentalidade na região

 

Representando a Escola Pública de Trânsito do DetranRS, João Silveira, mostrou os cursos e serviços oferecidos para a comunidade

 

Capitão Regis Copetti apresentou as ações que o CRBM vem realizando no Estado

 

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